Terceiro Teatro da Casa da Ópera em Londres, Europa

Depois do segundo Teatro, Em 5 de março de 1856, o teatro voltou a ser destruído pelo fogo. O trabalho para o terceiro teatro, com desenho de Edward Middleton Barry, começou em 1857 e o novo edifício, que mantém o núcleo do atual, reabriu em 15 de maio de 1858 com a apresentação da obra de Meyerbeer, Les Huguenots.

A companhia Royal English Opera, sob direção de Louisa Pyne e William Harrison, fez sua última apresentação no Theatre Royal, Drury Lane, em 11 de dezembro de 1858 e fixou residência no Royal Opera House no dia 20 deste mês, com a apresentação de Satanella, de Michael Balfe, e continuou no teatro até 1864.

Covert-Garden-Theatre

O teatro passou a chamar-se Royal Opera House (ROH) em 1892, e o número de trabalhos franceses e alemães de seu repertório aumentou. As estações de inverno e verão de ópera foram estabelecidas, sendo o edifício também usado para pantomimas, recitais e reuniões políticas.

Durante a I Guerra Mundial o teatro foi requisitado pelo Ministério do Trabalho para depósito de equipamentos.

De 1934 a 1936 Geoffrey Toye foi seu Diretor Administrativo, trabalhando ao lado do Diretor artístico, Sir Thomas Beecham. Apesar de iniciar com sucesso, veio Toye a renunciar e Beecham também saiu.

Durante a II Guerra Mundial o ROH tornou-se um salão de dança. Houve a possibilidade que permanecesse assim, após o conflito mas, após longas negociações, a empresa musical Boosey & Hawkes arrendaram o edifício. David Webster foi designado Administrador Geral, e o Sadler’s Wells Ballet foi convidado a se tornar a companhia residente. Foi criada a Covent Garden Opera Trust com o plano de “estabelecer o Covent Garden como o centro nacional de ópera e balé, empregando artistas britânicos em todos os departamentos, onde isso for consentâneo com a manutenção dos melhores padrões possíveis…”

O Royal Opera House reabriu em 20 de fevereiro de 1946 com a apresentação de A Bela Adormecida numa nova e extravagante produção idealizada por Oliver Messel. Webster, com seu diretor musical Karl Rankl, imediatamente começou a montar uma companhia residente. Em dezembro de 1946 dividiram sua primeira produção: The Fairy-Queen, de Henry Purcell, com a companhia de balé. Em 14 de janeiro de 1947 a Covent Garden Opera Company fez sua estréia com Carmen de Bizet.

 

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