Frank Sinatra sua paixão, fracasso e músicas de sucesso

A mulher que levou Sinatra ao fundo do poço. In The Wee Small Hours. “Dizem que a segunda coisa mais difícil no mundo é viver com uma mulher… e a primeira? – é viver sem ela”. Mulheres! Elas estão em toda parte e abrilhantam nossas vidas. Tirando os loucos e esmiolados que partem para a violência, a mulher é incapaz de nos fazer mal. Se ela nos ama – sorte nossa, se ela nos abandona, trai ou desonra de alguma forma isso acaba se tornando em vitamina que nos da força para uma grande virada que nos faz levantar mais fortes que outrora, mas de qualquer forma elas contribuem para isso.

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Foi exatamente isso que aconteceu com Frank Sinatra que no início dos anos 50, fracassado, sem competência para fechar contrato com nenhuma empresa, batendo nas portas das casas noturnas e sem nenhuma condição que o levasse a pensar em tentar uma gravadora para suas músicas pouco ouvidas.
Mas nesta vida nem tudo está perdido, e Frank Sinatra também não. Foi quando apareceu um “doido” assim considerado por seus colegas de trabalho que contratou o fracassado cantor em 14 de março de 1953, contrato que permaneceu por sete anos. Alan Livingston, então vice-presidente de A&R (artist and repertoir) da Capitol Records que para os amigos um louco, mas para ele mesmo um visionário.
O álbum A Um Passo da Eternidade rendeu naquele ano o Oscar que Sinatra recebeu fazendo calar os amigos de Livingston. Com o prê¬mio em mãos o cantor Frank Sinatra começava uma nova etapa em sua vida e ele deu bastante valor nesta oportunidade momento em que criou Songs For Young Lovers e Swing Easy arrebentando em grande sucesso.

Eva Gardner, sensual, arrebatadora tinha conquistado o coração de Sinatra que com ela estava envolvido corpo e alma. Eva Gardner rompeu seu relacionamento com Sinatra e do fundo do poço nasceu In The Wee Small Hours. As dores, a paixão, a foça reuniu sentimentos profundos que foram organizados em música levando o álbum ao maior sucesso de Sinatra.

Assim, Frank Sintra encontrou o tema de suas canções e cantor popular, sempre tentando pontos aqui e ali, com um quebra gelo na ponta da língua era apenas um homem com um coração machucado. Quando Sinatra cantava a partir de então, soava mais como confissão de ébrio, outras vezes mais parecia uma súplica de alguém à beira do desespero, pois ele colocava toda amargura em acordes musicais que certamente encontrou empatia nas repetidas, mas nunca rotineiras histórias de amor entre um homem e uma mulher.

Vale lembrar aqui o que o grande sábio Solomão declarou:
“Há três coisas que são maravilhosas demais para mim, sim, há quatro que não entendo: o caminho da águia no céu, o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar e o caminho do homem com uma donzela”.

In the Wee Small Hours of the Morning
Mood Indigo
Glad to Be Unhappy
I Get Along Without You Very Well (Except Sometimes)
Deep in a Dream
I See Your Face Before Me
Can’t We Be Friends?
When Your Lover Has Gone
What Is This Thing Called Love?
Last Night When We Were Young
I’ll Be Around
Ill Wind
It Never Entered My Mind
Dancing on the Ceiling
I’ll Never Be the Same
This Love of Mine

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Até Breve

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