Europa, sua melhor opção em Pratos Mediterrâneos – Turismo

A expressão cozinha medieval designa os alimentos, os hábitos alimentares, e os métodos da culinária das várias culturas européias durante a Idade Média, um período datado aproximadamente do século V ao século XV.

O transporte lento e as ineficientes técnicas de preservação dos alimentos impediam o comércio de longa distância de muitos alimentos. Na maioria dos casos, somente os ricos, especialmente a nobreza, podiam adquirir ingredientes importados, tais como especiarias. Devido a esses fatores, a cozinha dos nobres era mais propensa à influência estrangeira do que a de pessoas mais pobres.

Nas Ilhas Britânicas, no norte da França, nos Países Baixos, no norte das áreas de língua alemã, na Escandinávia e na região báltica o clima era geralmente muito severo para o cultivo de uvas e olivas. No sul, o vinho era uma bebida comum tanto entre ricos quanto entre pobres (embora o plebeu usualmente tivesse de optar pelo vinho mais barato de segunda prensagem), enquanto a cerveja era mais comum no norte, sendo o vinho uma importação cara. Frutas cítricas (embora não fossem os tipos mais comuns hoje) e romãs eram comuns na região do Mediterrâneo. Figos secos e tâmaras ocorriam no norte, mas eram usados frugalmente na culinária.

O azeite era um ingrediente ubíquo na região do Mediterrâneo, mas permanecia uma importação cara no norte, onde o óleo de papoula, de nozes, e de avelã eram as alternativas mais acessíveis. Manteiga e banha de porco, especialmente depois da terrível sangria da população durante a Peste Negra, eram usados em quantidades consideráveis nas regiões norte e no noroeste, especialmente nos Países Baixos. Quase universal nas cozinhas das classes média e alta de toda a Europa era a amêndoa, que estava no ubíquo e altamente versátil leite de amêndoa, embora a variedade amarga tenha chegado muito mais tarde.

O Peixe sempre foi para o homem medieval um prato indispensável, incluindo os mamíferos marinhos, como baleias e marsuínos. Também inclusos eram os castores, devido à sua cauda escamosa e ao tempo considerável que o animal passa na água, e os gansos-de-faces-brancas, devido à falta de conhecimento de seus locais de migração. Peixes de água doce como o lúcio, a carpa, a brema, a perca, a lampréia e a truta tornam-se indispensáveis na sua viagem.

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