em Geral

Estupro Corretivo na perspectiva sociocultural e religioso

Estupro Corretivo. Mulher sofre estupro para receber cura do lesbianismo conforme disse o estuprador.

A Nação Arco-Íris como é conhecida a África do Sul, com todos problemas políticos pós-apartheid se tornou em parte referência contra a discriminação com proteção constitucional. Essa discriminação sexual a qual a muito tempo é tema de luta constante na nação, mostra que o caminho para solução do problema está muito longe.

Estupro-corretivo

Encabeçado pela Cidade do Cabo, um movimento quase que secreto (já imaginou gerir um movimento secreto?) luta na esperança de fazer justiça ao mais recente acontecimento que se tornou em evidência nacional.

Digo isso porque a ONG local Luleki Sizwe em estatística comprovada mostra mais de um “estupro corretivo” por dia e pior ainda é que são crimes impunes.

Entendemos a cerca do estupro corretivo, além de ser algo vergonhoso para o ser humano, deve ser uma atitude impensável no sentido de ser algo que não podia nem passar pela cabeça de um ser humano por dois motivos simples:

Do ponto de vista social, mais para o lado cultural da África, se o lesbianismo é um ato digamos “sujo” o estupro corretivo é um absurdo incomparavelmente maior, pois “lama não lava lama” – só o amor pode produzir uma atitude de mudança.

Já na perspectiva religiosa aí que o absurdo se instala descaradamente porque o estupro corretivo é um pecado maior ainda e “pecado não cura pecado” – novamente só o amor pode produzir uma atitude de mudança.

Além do mais, a maior lição que Jesus deixou foi que ninguém pode julgar ninguém por questões comportamentais e sim demonstrar o amor que pode corrigir todas as mazelas de nossas almas – é o que aprendemos na lição que a mulher é pega em adultério e liberada por Jesus porque ninguém teve coragem de jogar a primeira pedra.

Até Breve

 

 

Escrever comentário

Comentário