Casca de arroz na queima dos fornos Industriais, Como Usar

Casca de arroz na queima dos fornos Industriais, Como Usar. No Tocantins, a indústria da cerâmica vermelha investe na produção sustentável de telhas e tijolos na cidade de Paraíso, 60 KM de Palmas. As fábricas trocam a lenha por casca de arroz na queima dos fornos. Um exemplo está na cidade de Paraíso do Tocantins, a 60 quilômetros de Palmas.

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As telhas e tijolos são fabricados dentro de normas ambientais. Usa iluminação natural e reaproveita os resíduos dos materiais gerados durante a produção. O processo começa com a chegada de caminhões carregados de terra. O material bruto é colocado na esteira. Pedras e pedaços de paus são separados e depois vendidos para empresas da construção civil.

A casca representa o maior volume entre os subprodutos obtidos durante o beneficiamento do arroz, chegando, em média, a 22%. Sua utilização é bastante variada, sendo a principal a produção de energia. Como propicia temperaturas de até 1000°C, é usada na alimentação de fornalhas de secadores e das autoclaves da própria indústria arrozeira.

Como sua densidade é baixa, seu transporte torna-se problemático por isso, ela é transformada em “briquetes”, que são aglomerados de casca, que reduzem consideravelmente seu volume.

Durante a sua queima, a casca produz muita cinza, mas sua fumaça é pouco poluente, pois não possui enxofre. A casca de arroz, normalmente, tem a seguinte composição.

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Com isso, as telhas e tijolos são fabricados dentro de normas ambientais. Usa iluminação natural e reaproveita os resíduos dos materiais gerados durante a produção. O processo começa com a chegada de caminhões carregados de terra. O material bruto é colocado na esteira. Pedras e pedaços de paus são separados e depois vendidos para empresas da construção civil.

A terra limpa segue para uma máquina, onde é misturada com água e ganha consistência de massa. Depois a argila é injetada nos moldes e recebe um óleo lubrificante para não grudar. As peças prontas seguem para o forno, onde queimam durante 24 horas a uma temperatura de quase 1.000 graus.

A empresa ainda lucra com a venda do resíduo da casca depois de queimada. Pilhas de cinzas são vendidas para siderúrgicas que usam o produto na fabricação de isolantes térmicos. Além de tudo, o processo melhorou a qualidade das peças. Telhas e tijolos ficam com cores mais uniformes.

Até!