Bola pode não ser responsável pelo sumiço de Eliza Samudio

A pedido do Ministério Público, a Justiça decretou a prisão preventiva de todos os acusados do caso Bruno, ex-goleiro do Flamengo e Eliza Samudio. Agora uma novidade torna o caso mais incerto no que tange as responsabilidades de cada um dos envolvidos.

Uma lista de presença de uma faculdade em Belo Horizonte confirma que Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, estava na aula no dia 10 de junho. A policia civil acredita ter sido esta, a data considerada a da morte de Eliza Samudio. Segundo o documento, Bola, que é um dos acusados do desaparecimento da ex-namorada de Bruno, ficou na faculdade das 18h20 até às 20h30 desse dia.

Só que no mesmo dia 10 de junho, o ex-policial recebeu às 19h31 uma ligação de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, como mostra uma quebra de sigilo telefônico autorizada pela Justiça. Depois da aula, houve vários outros telefonemas, o último, às 22h35. Nesta sexta-feira (12), Bola afirmou que não conhecia Macarrão, o melhor amigo do goleiro Bruno e também réu no processo.

Para Polícia Civil, conforme consta no inquérito entregue à Justiça, as ligações foram feitas no dia em que Macarrão e um adolescente apreendido por envolvimento no suposto crime levaram Eliza para Bola executá-la.

Bola e outros oito acusados do desaparecimento e morte de Eliza foram interrogados nesta semana no Fórum Doutor Pedro Aleixo, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Fonte: G1 Minas/ Enquanto Isso

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