1990, Ano de Renovação no Casa da Opera em Londres, Europa

Muitas renovações fora feitas em partes da casa nos anos sessenta do século XX, incluindo melhorias no anfiteatro e uma extensão em sua parte de fundos, mas o teatro precisava de uma ampla reforma. Em 1975 o governo doou um terreno adjacente para Royal Opera House para que fosse modernizada, renovada e ampliada.

Covert-Garden-Theatre

Até 1995 foram levantados fundos suficientes que permitiram à Carillion – empresa pública de construção – arcar com as despesas de construção, que teve lugar entre 1996 e 2000, sob comando de Sir Angus Stirling. Para tanto foi necessária a demolição de quase todo o local, incluindo edifícios adjacentes, para abrir espaço à ampliação do complexo. O próprio auditório permaneceu original, mas representa apenas a metade de todo o novo complexo.

A equipe de projetistas foi liderada por Jeremy Dixon e Ed Jones, arquitetos da Dixon Jones BDP. Os projetistas da acústica foram Rob Harris e Jeremy Newton, da Arup Acoustics.

O novo prédio tem o tradicional auditório em formato de ferradura como antes, mas com grandes melhorias técnicas, com espaço para ensaios, escritórios e instalações educacionais, um novo teatro-estúdio chamado Linbury Theatre, e muito mais espaços públicos. A inclusão do velho Floral Hall, que pertencia ao Mercado de Covent Garden mas que estava em abandono por muitos anos, criou um novo espaço público bastante amplo, como parte da casa de ópera.

Informações, projetadas sobre uma tela no proscênio, é usada em todas as apresentações de ópera. Um sistema de libretos eletrônicos é provido em pequenas telas de vídeo disponíveis em alguns assentos, e monitores e telas adicionais são dispostas em outras partes da casa, assinalando as inovações tecnológicas.

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