Charing Cross, conheça as raizes da Igreja em Londres, Europa

Charing Cross tem sua origem na cruz de Eleanor, erguida em 1291-4 pelo rei Eduardo I como um memorial à sua esposa, Eleanor de Castela, e colocada entre o antigo vilarejo de Charing e a entrada do Royal Mews, no Palácio de Whitehall. A cruz foi obra do escultor medieval Alexandre de Abingdon. Construída originalmente em madeira, foi substituída por um monumento de pedra e mármore.

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O nome do vilarejo de Charing vem do termo anglo-saxão “cierring”, e se referia à curva no rio Tâmisa situada nas proximidades do local.

Desde 1675 o local da cruz vem sendo ocupado por uma estátua do rei Carlos I montado sobre um cavalo. A posição original da cruz é estabelecida por convenções modernas como o centro de Londres para o propósito de indicar as distâncias rodoviárias, no lugar de outros pontos de referência, como a Catedral de São Paulo, e permanece como a raiz do esquema de numeração de estradas da Grã-Bretanha.

Todas as ruas residenciais da Grande Londres têm suas casas numeradas de modo que o número 1 esteja no lado mais próximo de Charing Cross. O local é assinalado nos mapas contemporâneos como uma junção de ruas, embora anteriormente também tenha sido um endereço postal que indicava a continuação de uma rua situada entre Great Scotland Yard e Trafalgar Square; desde 1 de janeiro de 1931 este trecho de rua foi designado como parte da Whitehall.

Charing Cross deu o nome a uma estação ferroviária, um hotel, um hospital, uma delegacia de polícia e dois locais de entretenimento, o Charing Cross Theatre e o Charing Cross Music Hall (situado sob os arcos da estação).

A Charing Cross Road, principal via rodoviária a partir do norte (lado leste da Trafalgar Square) recebeu seu nome da estação ferroviária, que era um dos principais destinos do tráfego local, e não da cruz original

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